Rever-te

21 03 2010

Rever-te nesse teu ar de menina,

Nessa tua alegria de vida vivida,

Nessa beleza no tempo vestida.

É prazer jamais sentido,

Tremor que me trespassa

E me amarra as palavras,

Me mantém alerta na noite

E moribundo no caminhar dos dias.


Revejo-te, mas não me vejo

Reflexo que não surge no espelho

Onde sempre revi a vida.

Já vida não vejo neste lampejo

Nem futuro prometido nesta solidão.

Para H



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