Melancolia III

25 10 2009





Melancolia II

19 10 2009





Melancolia

19 10 2009





Sem palavras

19 10 2009





Quando se recordam os amigos

19 10 2009





Quadro musical

2 09 2009

Existem por vezes momentos que relacionamos com sons ou músicas que, ou por já se terem vivido, ou por nos despertarem sensações, nos levam na onda da imaginação, nos fazem até por vezes encaixar os sentimentos que vamos vivendo nesses sons, e, descrevem o nosso estado de espirito.

Pois a música que podem ouvir abaixo, traduz neste preciso momento, a forma como me veria, se possível, a ouvi-la, com uma simples descrição, seria num delicioso dia de sol de verão, ao volante a conduzir numa qualquer estrada à beira mar, envolto numa profunda tristeza e abandono.





Regato

25 08 2009

Quando o Amor é abundante

e fluí por si neste regato de vida,

fácil será não o represar

e deixá-lo escoar no oceano

diluí-lo sem paladar, sem prazer.

E, só no entardecer da vida

nos damos conta dessa perda

que bem perto tivemos, sem ver

sem sentir esse fluir, num vazar do ser.

Não o percas, traz uns ramos,

represa esse riacho,

faz dele um lago,

para que,

quando a secura da vida te chegar,

possas saciar a sede e reconfortar a alma

no luar espelhado nele, e aí, viveres a vida,

partilhares o barco que te leva para o anoitecer.

Represa-me, e saciarei a tua sede até Sempre.

Para H





Rumo [2]

15 08 2009

Por vezes ficamos sem rumo, é assim que me sinto…

“Foi tão fácil

Deixar-me perder

Sem sinais

No teu céu

Pois eu já não encontro

O caminho

Eu não sei mais

Como hei-de voar

Esquecer

Livrar o pensar

Se és tão frágil

Neste mundo

Continuo a deixar-me perder

Sem sinais

No teu céu

Pois eu já não encontro

O caminho”

Cazino





Viste-me?

15 08 2009

Querer nem sempre é poder

e até esse, o poder, eu perdi,

nem tão pouco quero manter,

este querer que em mim vi.

Paixão, nem sempre é amor,

no confuso ser que hoje sou,

não deslindo se é esta a dor

de amar quem não me olhou.

Não me viu, nem fui visto,

passo ao lado do querer,

e no fim de tudo isto,

a Amar quero morrer.

Para H





Esperança

15 08 2009

Trago no bolso um punhado de esperança, da pouca que me restou ao nascer.

não sei bem que fazer, mas gostaria de a poder continuar a gastar contigo.

é tão pouca esta esperança, que nem sei bem se durará o tempo que me possas dar para a gastar.

é tudo o que tenho, deste carrossel em que a vida me transformou, um pequeno punhado de esperança.

no entanto, com o reduzir na quantidade, ela vai aumentando em força.

e tem mais força amanhã, do que teve hoje, esta esperança é forte, cada vez mais forte.

por isso, amanhã vou ter menos esperança mas mais forte, vou continuar a ter esperança, mais em mim mas muito mais em Ti.

Para H